A bolsa de Lisboa mantinha hoje a tendência de alta da abertura, em linha com as principais praças europeias, com a Altri, EDP e EDP Renováveis a subirem mais de 1,20%. O PSI avançava 0,58% para 9.364,75 pontos, com 13 empresas a subir, duas a descer e uma a manter o valor.
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13/10/2026
por
Lusa
A bolsa de Lisboa mantinha hoje a tendência de alta da abertura, em linha com as principais praças europeias, com a Altri, EDP e EDP Renováveis a subirem mais de 1,20%.
As ações da Altri, EDP e EDP Renováveis valorizavam-se 1,29% para 4,32 euros, 1,23% para 4,92 euros e 1,20% para 12,61 euros.
Cerca das 9:25 em Lisboa, o PSI avançava 0,58% para 9.364,75 pontos, com 13 empresas a subir, duas a descer e uma a manter o valor (Galp em 22,36 euros).
Às ações da Altri e das duas EDP seguiam-se as do BCP, Semapa e Navigator, que valorizavam 0,98% para 1,13 euros, 0,94% para 19,26 euros e 0,79% para 3,97 euros.
Mais moderadamente, a Sonae, Mota-Engil e REN subiam 0,73% para 2,07 euros, 0,68% para 4,72 euros e 0,56% para 3,58 euros.
A Jerónimo Martins e a Ibersol avançavam 0,53% para 17,21 euros e 0,50% para 9,99 euros, enquanto a Corticeira Amorim e a Teixeira Duarte subiam ambas 0,45% para 6,70 euros e para 0,45 euros.
Em sentido contrário, além dos CTT, que perdiam 1,71% para 5,45 euros, a NOS recuava 0,10% para 5,18 euros.
Na Europa, as principais bolsas abriram hoje em alta, perante uma nova queda no preço do petróleo, embora o barril de Brent continue acima de 105 dólares, depois de ter chegado na segunda-feira a quase 107 dólares.
O euro estava em alta face ao dólar, mas abaixo de 1,12 dólares e valorizava-se 0,32% para 1,1191 dólares no mercado de câmbios de Frankfurt.
Na Europa, o principal foco de atenção será a França, onde começa na Assembleia Nacional o debate orçamental. O Governo não dispõe, por enquanto, de apoios suficientes para aprovar o orçamento nos termos atuais.
Os investidores continuam atentos à evolução dos acontecimentos no Médio Oriente e ao impacto deste nos preços da energia.
O preço do contrato genérico de barril de Brent, de referência na Europa, recua 1,26% para 105,31 dólares.
As bolsas recebem impulso da queda dos juros das dívidas soberanas. Os juros da obrigação a 10 anos da Alemanha, considerada a mais segura da Europa, desciam para 3,437%, contra 3,475%, bem como os de França, para 4,845%, contra 4,898%.
Os juros da dívida dos Estados Unidos da América a 10 anos também recuavam, para 5,188%, contra 5,240% na véspera.
No âmbito macroeconómico, nesta semana destaca-se a publicação das leituras finais da inflação de setembro na zona euro e nas suas principais economias, começando hoje pelos dados do índice de preços ao consumidor (IPC) da Alemanha.
Entretanto, hoje começa oficialmente a temporada da publicação de resultados trimestrais em Wall Street, com os grandes bancos americanos como protagonistas.
Os futuros dos índices norte-americanos registam um avanço de 0,52% para o Dow Jones e um recuo de 0,74% para o tecnológico Nasdaq, depois de terem terminado com as mesmas tendências na véspera.

