Pamela Anderson falou sobre o diagnóstico de hepatite C nos anos 90 durante o baile de gala da amfAR, em Veneza, revelando como a doença mudou a sua vida.
© Amy Sussman/Getty Images
20/09/2026
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Notícias ao Minuto
Pamela Anderson fez um discurso emocionante no baile de gala da amfAR, em Veneza, onde falou sobre o diagnóstico que recebeu nos anos 90: o de hepatite C que, na altura, não tinha cura.
“Era uma sentença de morte. Foi isso que o meu médico me disse, que eu provavelmente tinha cerca de dez anos de vida”, recordou a estrela de “Baywatch”.
“Tenho a certeza de que isso influenciou e distorceu as minhas decisões. Não era medo da morte, mas medo do que poderia acontecer com os meus filhos pequenos. Isso virou a minha vida de pernas para o ar”, acrescentou.
Em 2011, descobriu-se a cura para esta infeção viral e em 2015, a atriz estava “livre da doença”. A artista confessou ainda que “gastou todo o seu dinheiro no tratamento”.
Pamela foi homenageada com o Prémio de Coragem da amfAR, uma organização sem fins lucrativos, dedicada ao combate da SIDA.
“Mas a minha experiência de vergonha e culpa também foi uma jornada inconsciente. Isso permanece comigo, persegue-me. E, assim como o abuso sexual que sofri na infância, parecia algo gravado na minha testa: «mercadoria avariada». E eu apresentava-me dessa forma”, acrescentou a atriz.
“Não sou uma vítima, sou uma vencedora. Sou forte e capaz, mais agora do que jamais poderia imaginar… Não sou a donzela em perigo, por mais fácil que seja desempenhar esse papel”, concluiu ainda.
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