Um bebé nasceu numa ambulância dos Bombeiros Voluntários de Condeixa, no distrito de Coimbra, na manhã deste domingo, dia 23 de agosto. Tanto a mãe como o bebé “foram transportados em segurança para a Maternidade Daniel de Matos, encontrando-se ambos bem”.
© Bombeiros Condeixa/ Facebook
23/08/2026
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Notícias ao Minuto
Um bebé nasceu numa ambulância dos Bombeiros Voluntários de Condeixa, no distrito de Coimbra, na manhã deste domingo, dia 23 de agosto.
A boa-nova foi dada através da página de Facebook da corporação, explicando que “os Bombeiros Voluntários de Condeixa foram acionados para uma ocorrência de trabalho de parto”.
“O nascimento aconteceu, às 11h35, no interior da ambulância, sendo o parto acompanhado com sucesso pelos nossos operacionais e, à posteriori, com o apoio médico da equipa da Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) do INEM”, revelaram.
Adiantam ainda que “a mãe e o bebé foram transportados em segurança para a Maternidade Daniel de Matos, encontrando-se ambos bem”.
A publicação termina a parabenizar “todos os bombeiros e equipa médica envolvidos e, acima de tudo, as maiores felicidades aos pais e ao bebé Benjamin”.
Partos em ambulâncias mais do que duplicaram em 2025
Só em 2025 nasceram, pelo menos, 60 bebés em ambulâncias em Portugal. Trata-se de um aumento de 114%, uma vez que em 2024 tinham sido registados 28 partos nestas circunstâncias, segundo dados do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) enviados ao Público. Há ainda registo de 23 partos na via pública.
Do total de partos em ambulâncias e na via pública, quase metade (36) ocorreram na região de Lisboa e Vale do Tejo.
Em janeiro, contudo, a ministra da Saúde, Ana Paula Martins, defendeu que o número de partos fora dos hospitais, em Portugal, é semelhante ao da última década, ocorrendo a maior parte no domicílio.
“Os números são semelhantes aos últimos anos, com exceção da pandemia em que houve mais partos extra-hospitalares, pelas razões que se compreendem. Portanto, não há nenhuma grande alteração relativamente ao número de partos extra-hospitalares. Ou seja, o número é sensivelmente o mesmo da última década”, disse a ministra após ter participado na conferência “Futuro da Saúde na Europa”, no Porto.
Segundo Ana Paula Martins, “a maior parte dos partos extra-hospitalares não ocorre na via pública, felizmente, e nem ocorre nas ambulâncias. Ocorre no domicílio”, acrescentando que, por essa razão, “o INEM [Instituto Nacional de Emergência Médica] acaba por ser chamado para poder resolver situações que se complicam”.

