O inquérito judicial revelou que William Chapman, de 24 anos, morreu devido a “múltiplos traumatismos” após entrar no recinto de um tigre no Yorkshire Wildlife Park. O jovem tinha historial de esquizofrenia e a família criticou os serviços de saúde mental britânicos que o acompanhavam.
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15/10/2026
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Notícias ao Minuto
O homem que foi atacado por um tigre após entrar no recinto proibido de um jardim zoológico, em Inglaterra, morreu devido a “múltiplos traumatismos”, segundo foi revelado numa audiência de inquérito judicial.
O incidente, sublinhe-se, aconteceu quando o homem, identificado como William Chapman, de 24 anos, visitou o Yorkshire Wildlife Park, nos arredores de Doncaster, e entrou no recinto dos tigres.
Na altura, o estabelecimento confirmou a ocorrência de um “incidente grave” e, posteriormente, que o homem tinha morrido no local.
Foi então ordenada a abertura de um inquérito, que indicou que a causa da morte foi “múltiplos traumatismos e interação com um animal”.
Foi também revelado que Chapman tinha antecedentes de doença mental, incluindo um diagnóstico de esquizofrenia e episódios anteriores de psicose.
Chapman era acompanhado pelos serviços de saúde mental para adultos em Doncaster, mas, segundo foi declarado no inquérito, era “altamente funcional e independente, sem necessidade de cuidados”.
Caitlin Brookes, responsável pelos inquéritos judiciais, afirmou que a família tinha manifestado “várias preocupações” relativamente ao contacto de Chapman com os serviços de saúde mental na Rotherham, Doncaster and South Humber NHS Trust, uma entidade do Serviço Nacional de Saúde britânico. Na sequência da morte, a entidade de saúde abriu uma investigação interna.
“O tigre aproximou-se dele e o contacto físico que se seguiu entre o animal e o senhor Chapman provocou-lhe múltiplos traumatismos, que rapidamente levaram à sua morte”, frisou Brookes.
O incidente ocorreu ao início da tarde de sábado e levou à evacuação do parque de vida selvagem, que ainda se encontra encerrado.

