Itália pede ao G7 que aborde “guerra híbrida” após ciberataques e ameaças

Itália pede ao G7 que aborde

O ministro italiano dos Negócios Estrangeiros, Antonio Tajani, pediu ao G7 que aborde a “guerra híbrida” durante a cimeira em Paris, devido a ataques cibernéticos e ameaças a aviões no continente europeu.

© Pasquale Gargano/KONTROLAB/LightRocket via Getty Images


07/11/2026
por

Lusa

O ministro dos Negócios Estrangeiros italiano, Antonio Tajani, instou hoje o G7 a abordar, na sua próxima cimeira em Paris, a atual “guerra híbrida”, devido aos recentes ataques cibernéticos e outras ameaças ao continente europeu.

 

“Estamos perante uma guerra híbrida e, por isso, pedi que este tema seja o foco do G7 que terá lugar em Paris na segunda-feira”, afirmou o chefe da diplomacia italiana.

Os ministros dos Negócios Estrangeiros do grupo das sete democracias mais industrializadas do mundo — Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido — vão reunir-se nos dias 09 e 10 de novembro em Paris, com temas como a guerra na Ucrânia na ordem do dia.

O próprio Tajani denunciou, hoje de manhã, a divulgação dos seus dados pessoais na “dark web” e atribuiu estas “intimidações” à sua defesa da resistência ucraniana.

A primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, acusou diretamente os ‘hackers’ “pró-russos” pelos ataques.

Tudo isto acontece quando uma série de ataques, de autoria ainda por esclarecer, atingiram os sistemas de refrigeração de alguns supermercados europeus e também falsos alertas envolvendo aviões no continente europeu.

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