O príncipe Harry decidiu abandonar o seu cargo na African Parks, uma organização que se viu envolvida em acusações de violações de direitos humanos cometidas por guardas-florestais.
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24/08/2026
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Notícias ao Minuto
O príncipe Harry abandonou o seu cargo numa organização beneficente de preservação da vida selvagem na África depois dos guardas-florestais terem sido acusados de cometer violações de direitos humanos contra populações indígenas.
A notícia foi confirmada pelo porta-voz do duque de Sussex que foi o presidente desta organização, chamada African Parks, durante seis anos e membro do conselho administrativo durante três. Apesar da sua saída, Harry continua a “apoiar a missão”.
Recorde-se que, em 2025, a organização admitiu mesmo que ocorreram violações de direitos humanos cometidas pelos seus guardas-florestais no Congo-Brazzaville.
O porta-voz do Príncipe Harry declarou: “O Duque tem orgulho dos seus dez anos com a African Parks e apoia o fortalecimento contínuo do seu conselho. O seu compromisso com a conservação em África permanece, e ele continua a apoiar a missão da African Parks. A African Parks administra cerca de 20 parques nacionais e áreas protegidas em 12 países”, referiu também o porta-voz.
Esta organização foi alvo de uma investigação sobre direitos humanos, depois de existirem denúncias de que alguns guardas tinham espancado, violado e torturado indígenas no Parque Nacional de Odzala-Kokoua.
Após esta decisão, a organização agradeceu a Harry pela sua colaboração, referindo que o príncipe “trouxe atenção global para a necessidade urgente de proteger a biodiversidade em benefício das pessoas e da vida selvagem, e contribuiu significativamente para promover a filantropia em prol da conservação na África”.
Esta decisão do duque acontece poucos dias depois do anúncio da mudança da sua família para o Reino Unido que vai acontecer já este mês.

