Termina este fim de semana (15 e 16 de agosto) em Londres a temporada de Fórmula E. Ainda há vários pilotos que podem ser campeões, entre eles o português António Félix da Costa. Mas as contas não são fáceis.
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13/08/2026
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Realiza-se já este fim de semana (15 e 16 de agosto) o ePrémio de Londres de Fórmula E. A capital britânica serve de palco ao final da temporada com uma ronda dupla que começa com vários pilotos candidatos ao título – incluindo António Félix da Costa. O circuito é no ExCeL London.
O português da Jaguar encontra-se em sexto lugar a 33 pontos do líder, Jake Dennis (Andretti/Porsche). Depois de uma temporada de altos e baixos, na qual se destacam duas vitórias, as contas de Félix da Costa não são fáceis – são 33 pontos de diferença quando estão apenas 58 em disputa.
Os três favoritos
Há três pilotos que partem em melhor posição na luta pelo Mundial: Dennis, que comanda, Mitch Evans (Jaguar) e Pascal Wehrlein (Porsche). O trio está separado por apenas cinco pontos. Não muito atrás, em quarto, segue o campeão do ano passado – Oliver Rowland (Nissan), a 14 pontos do topo.
Edoardo Mortara (Mahindra) encerra o top cinco na frente de António Félix da Costa. Matematicamente, também Nick Cassidy (Citroën), Nico Müller (Porsche) e Nyck de Vries (Mahindra) têm chances de ultrapassar o líder. No entanto, as chances de título são muito diminutas tendo em conta a quantidade de adversários face aos quais têm de recuperar (muitos) pontos.
“Enquanto tiver possibilidades, não largo o sonho”
Em comunicado, António Félix da Costa apontou ao pódio e, apesar de poder ter de ajudar o colega de equipa, não deixará de ter o título em mente enquanto for possível: “Para este fim de semana, os objetivos são claros e passam por atacar ao máximo, tentar subir ao pódio em ambas as corridas, mas sabendo que poderei ter de ajudar equipa e o Mitch a ser campeão. No entanto reforço que enquanto tiver possibilidades matemáticas de ser campeão, não largo o sonho, portanto vamos com tudo, ao ataque e depois logo se fará contas no final!”.
Numa espécie de balanço da temporada ainda antes do fim, o luso só lamenta as muitas provas em que não pontuou, estando muito agradado com o seu desempenho: “Independentemente do desfecho que venha a ter, sinto que foi das minhas melhores épocas a nível de andamento e performance. É uma pena as seis corridas que fiquei a zero, muitas deles por situações fora do meu controlo”.

