A celebridade Kylie Jenner está a enfrentar um novo processo judicial. Uma ex-chef privada alega que tinha uma carga de trabalho “excessiva” e que tais condições levaram a que sofresse um aborto espontâneo.
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26/06/2026
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Notícias ao Minuto
Kylie Jenner está a enfrentar o terceiro processo relacionado com ex-funcionários. Desta vez uma ex-chef privada alega que a carga de trabalho e as condições em eventos da celebridade levaram a que sofresse um aborto espontâneo.
Foi apresentada uma queixa ao Tribunal Superior de Los Angeles na segunda-feira, 22 de junho, como relata o Los Angeles Times e o USA Today. Na mesma, a chef alega que foi submetida a longos turnos e “tarefas de alta pressão”, apesar de ter informado os seus superiores de que estava com uma gravidez de alto risco.
A cozinheira começou a trabalhar para Kylie Jenner em novembro de 2024 e alega ter informado os seus superiores de que precisava de adaptar o seu trabalho por causa de estar grávida de três meses.
No mês seguinte, em dezembro de 2024, alega que teve uma emergência médica por ter “carregado coisas pesadas de comida”, segundo o Times e o USA Today.
No dia 1 de fevereiro de 2025, a chef alega que trabalhou numa festa de aniversário de um dos filhos da celebridade e que não recebeu “apoio adequado”, descrevendo que foi ignorada pelos superiores quando pediu ajuda, ainda de acordo com o The New York Times.
“Devido à exaustão e ao esforço físico extremo, [ela] teve um colapso emocional na casa de banho durante o evento”, pode ler-se no processo. “Naquela noite, [ela] sentiu exaustão física extrema e peso por todo o corpo como resultado da carga de trabalho prolongada e intensa.”
Terá sofrido uma hemorragia na manhã seguinte e – quando foi vista por uma equipa médica – foi informada de que tinha perdido o bebé, adianta o Times e o USA Today.
Na semana seguinte, a 8 de fevereiro, pode ler-se na queixa, a mulher terá sido novamente hospitalizada após uma hemorragia. Mais tarde, relatam, concordou em mudar-se para Nova Iorque. Mas não fica por aqui.
A entidade patronal da chef terá alegado que a “comunicação sobre a sua condição médica e a mudança” constituía “uma demissão voluntária, apesar da sua intenção de permanecer no emprego”.
A chef terá recebido depois uma proposta de acordo, em maio de 2025, assim como um acordo de rescisão do contrato, adianta o Times.
A People adianta que tentou contactar a empresa de recursos humanos Tri Star, assim como o advogado da chef ou um representante de Kylie Jenner, mas não obteve resposta até à data.

