A primeira-ministra da Islândia, Kristrun Frostadóttir, manifestou-se hoje favorável a uma maior presença militar da NATO no país, mas excluiu uma presença permanente. A governante destacou a abertura à cooperação com os EUA, mas reforçou que não há necessidade de uma base permanente.
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06/11/2026
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A primeira-ministra da Islândia, Kristrun Frostadóttir, manifestou-se hoje favorável a uma maior presença militar da NATO no país, mas excluiu uma presença permanente.
“Estamos muito abertos à ideia de ter mais tropas na Islândia como parte do ‘guarda-chuva’ da NATO sob o qual nos encontramos, mas não creio que tenhamos chegado a um ponto em que precisemos de uma presença permanente”, afirmou Frostadóttir em entrevista à agência Bloomberg, sobre a presença militar na ilha desde a retirada das tropas norte-americanas, em 2006.
A esse propósito, e depois de os Estados Unidos terem assinado, em setembro, um acordo com a Dinamarca sobre a situação de segurança na Gronelândia, a chefe do Governo islandês declarou que o país vai estudar “a possibilidade de assinar mais acordos e de reforçar a cooperação com os Estados Unidos”.
A governante escandinava reconheceu que a pressão norte-americana sobre a Gronelândia foi “difícil” para Reiquiavique, ao mesmo tempo que saudou o facto de o acordo alcançado ter “aumentado a atenção prestada ao Ártico”.
“Isso demonstrou que há muitas iniciativas em curso, não só em matéria de segurança, como também no que diz respeito aos investimentos”, sublinhou.

