A condução automatizada da Tesla já está aprovada em seis países europeus, depois da “luz verde” por parte da Eslovénia. As aprovações têm surgido desde que os Países Baixos deram o mote em abril.
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08/09/2026
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Em abril, os Países Baixos deram o mote. Desde então, um total de seis países europeus aprovaram o sistema de condução totalmente automatizada (FSD) Supervisionada da Tesla.
O mais recente a fazê-lo foi, agora, a Eslovénia, revelou o fabricante na rede social X (antigo Twitter): “O FSD Supervisionado foi agora aprovado na Eslovénia. A disponibilização começará em breve”.
E não restam dúvidas acerca da aprovação. O ministro da Energia e das Infraestruturas esloveno, Jernej Vrtovec, partilhou a publicação original e escreveu: “A desenvolver a Eslovénia”.
Por agora, as aprovações do sistema de FSD Supervisionada da Tesla para as estradas públicas são apenas ao nível nacional. Para além dos Países Baixos e da Eslovénia, a condução automatizada da Tesla também já foi aprovada pela Lituânia, seguindo-se a Estónia, antes da Dinamarca e da Bélgica.
A União Europeia prepara-se para votar a possibilidade de uma aprovação de âmbito comunitário, numa votação que segundo a Reuters pode acontecer já a 6 de outubro.
O assunto pode não ser unânime. A França, por exemplo, começou a testar dois carros com estas funções na semana passada, mas em julho mostrou-se preocupada com a segurança.
FSD é diferente de um carro autónomo. Porquê?
O sistema de FSD permite o carro conduzir praticamente sozinho, mas não significa que o automóvel seja 100 por cento autónomo como é o caso de um robotáxi. Requer que o condutor humano esteja a bordo e sempre atento e pronto a intervir, monitorizando sempre ativamente o seu nível de atenção.
É capaz de controlar a direção, velocidade, aceleração e travagem, bem como de navegar o carro ou até fazer mudanças de faixa e estacionamento. Isto dentro ou fora das cidades. Consegue tomar decisões importantes (como parar perante semáforos vermelhos, reconhecer passadeiras, peões e ciclistas) e dispensar o condutor de várias tarefas de condução de forma constante. Assume-se como “sete vezes mais seguro relativamente a um condutor humano”.

