Polícia fala sobre Albufeira: “À mercê de um ato de desobediência”

Polícia fala sobre Albufeira:

O comandante da Polícia Municipal de Albufeira, Nelson Pinto, explicou na tarde desta terça-feira que há zonas restritas à mobilidade ao redor da Rua da Oura, mas que o carro que atropelou várias pessoas poderá ter entrado na zona antes.

© Albufeira em Alerta/ Facebook


25/08/2026
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Notícias ao Minuto

O comandante da Polícia Municipal de Albufeira, Nelson Pinto, falou, esta terça-feira, acerca do atropelamento ocorrido na madrugada desta terça-feira na Rua da Oura, em Albufeira, do qual resultaram vários feridos.

 

Em declarações aos jornalistas no local, o responsável municipal adiantou que há zonas circundantes que são reforçadas em termos de segurança. “Uma medida que tem vindo a ser implementada há mais de 20 anos”, apontou, dando conta de que este reforço é feito de uma forma “sazonal”.

“É uma medida aplicada diariamente. Inicia-se às 19 horas, com o maior fluxo pedonal, e é retirada pelas 5 horas”, detalhou.

Quanto à possível entrada do condutor que deixou pelo menos 16 pessoas feridas, o comandante referiu que há zonas sem videovigilância e que há dados difíceis de determinar: “Não conseguimos garantir a que horas é que a viatura entrou. Pode ter entrado anteriormente, parqueado e depois à hora de saída… escolher a hora para sair.”

Questionado sobre as dificuldades em relação à segurança na zona, dado que há pessoas que moram no local, o comandante referiu que os moradores devem ter acesso. O reforço da segurança não pode ter, no entanto, um “caráter mais fixo”, dado que se assim for “vai impossibilitar mobilidade de moradores”.

Para o futuro, o comandante adiantou que o próprio executivo municipal “tem dado atenção” ao tema da segurança “todos os dias”. “Serão analisadas possibilidades de aumentar esta segurança. Poderá passar por implementação de outro tipo de dispositivo”, sem dar detalhes sobre que tipo de novos métodos para garantir a segurança poderão vir a ser implementados. Mas o comandante refere que há situações que já têm vindo a ser estudadas, como, por exemplo, “o reconhecimento de matrículas”.

Para hoje, o comandante explicou que iriam ser colocadas baias de segurança, como aconteceu diariamente, para garantir a segurança, mas acrescentou: “Ficamos sempre um bocadinho à mercê de um ato de desobediência, que foi aquilo que aconteceu e já se comprovou”.

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