O ministro da Presidência, António Leitão Amaro, afirmou que a CCPJ não propôs a extinção de emolumentos, mas desonera os jornalistas do custo de uma autorregulação mais forte.
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21/10/2026
por
Lusa
A Comissão da Carteira Profissional de Jornalista (CCPJ) não propôs a extinção de emolumentos, disse hoje o ministro da Presidência, António Leitão Amaro, mas desonera os jornalistas de suportarem o custo de uma autorregulação mais forte.
O governante falava na comissão parlamentar de Cultura, Comunicação, Juventude e Desporto, no âmbito de uma audição regimental.
“Nós não discutimos ainda com a Comissão da Carteira a decisão da extinção de emolumentos, ela é polémica e a proposta da Comissão da Carteira não prevê isso”, afirmou Leitão Amaro, quando questionado sobre o tema.
Naturalmente, “desonera aos jornalistas de suportarem o custo de uma autorregulação mais forte, com mais responsáveis técnicos, com dirigentes em plenitude de funções, em termos temporais”, prosseguiu.
E, portanto, “seguramente podemos ter uma autorregulação mais forte financiada com recursos públicos, não com emolumentos”, referiu.
A Comissão da Carteira “não propôs a extinção de emolumentos”, porque entende ser uma situação normal com o seu autorregulador, como acontece com outras associações ou organizações de autorregulação.

