Rodrigo Fortuna, filho de Cláudia Borges, estreou-se no cinema em “18 Buracos para o Paraíso”, que estreou no passado dia 10 de junho. A apresentadora da SIC fez questão de destacar a novidade no Instagram.
© Reprodução Instagram/ Cláudia Borges
23/06/2026
por
Notícias ao Minuto
De recordar que o Notícias ao Minuto esteve à conversa com o realizador de “18 Buracos Para o Paraíso”, de João Nuno Pinto.
Neste filme, que estreou a 10 de junho, o elenco conta com nomes como Beatriz Batarda (Catarina), Margarida Marinho (Francisca), Rita Cabaço (Susana), Luísa Ortigoso (Alma) e Jorge Andrade (Lourenço).
Entre conflitos familiares (como questões ligadas a heranças, que geram discussão em várias famílias), desigualdade social, alterações climáticas, com a questão dos incêndios muito presente, assim como a especulação imobiliária, são vários os temas retratados neste “18 Buracos Para o Paraíso” e que, como refere João Nuno Pinto, estão todos “ligados”.
O Notícias ao Minuto conversou ainda com Margarida Marinho, que referiu também que “«18 Buracos Para o Paraíso» é um filme historicamente e politicamente muito presente”. “Há muitas questões que estão envolvidas com a crise climática que tem que ver com grandes decisões políticas.”
Em relação à sua personagem, Francisca, contou que “teve acesso a um workshop de cerâmica e isso transportou-a para uma relação com a matéria, água e terra, que enriqueceu a forma como se lida com a experiência tátil, e a ligação que a Francisca tinha à terra”.
Por sua vez, Rita Cabaço partilhou com o Notícias ao Minuto que “para este filme teve a ajuda de uma pessoa que é enfermeira e a mãe também sofre de demência”.
“As circunstâncias são muito parecidas com as da Susana. […] Ajudou-me muito para perceber os contornos desta doença, da demência, e a dificuldade que é para uma pessoa que tem uma ligação familiar e efetiva conseguir, ou não, aguentar cuidar de uma mãe com esta doença. Porque é uma doença que transforma completamente a pessoa. Mais do que aquilo de ser reconhecível ou não ser reconhecível é também a violência às vezes que gera.”

