A Lamborghini não receia as marcas automóveis chinesas, não as vendo como ameaça ou concorrência direta, nem mesmo com a chegada de supercarros. O motivo da pouca preocupação reside nos motores.
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24/08/2026
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Notícias ao Minuto
A concorrência chinesa está a ser um quebra-cabeças para vários fabricantes automóveis mais clássicos, sejam da Europa e do Ocidente ou de países como o Japão.
Mas a Lamborghini não receia esses rivais, que têm vindo também a apostar em carros de alto desempenho – como por exemplo o Denza Z, o Xiaomi SU7 Ultra ou o Yangwang U9 com mais de 1.000 cv e design marcadamente desportivo e agressivo.
Aliás, a marca taurina nem os vê como adversários. Stephan Winkelmann, diretor-executivo da Lamborghini, deixou a posição bem clara em declarações à publicação Auto Expres: “Não vemos isto como uma ameaça, porque eles estão a fazer carros elétricos. E se nós dizemos que não estamos a fazer carros elétricos por um motivo, então também há uma ideia por trás de como olhamos para os nossos adversários chineses ou para os construtores chineses”.
Posto isto, e consciente de que o mundo muda e nada é estático, esta posição não é eterna: “Eu digo sempre que nunca se diz nunca“, comentou o dirigente da reputada marca italiana, hoje pertencente ao Grupo Volkswagen.
A Lamborghini não deixa de pensar em automóveis 100 por cento elétricos. Apresentou o concept Lanzador, mas adiou por alguns anos a aposta nestas motorizações enquanto trabalha – por agora – nos híbridos plug-in.

