ONU lança iniciativa RESIslands em São Tomé e Príncipe

ONU lança iniciativa RESIslands em São Tomé e Príncipe

A UNECA lançou a iniciativa RESIslands em São Tomé e Príncipe para melhorar a preparação face às alterações climáticas, num projeto que abrange oito países africanos.

© Lusa


19/10/2026
por

Lusa

A Comissão Económica das Nações Unidas para África (UNECA) lançou a iniciativa RESIslands em São Tomé e Príncipe para melhorar a preparação face às alterações climáticas, no âmbito de um projeto que abrange mais oito países africanos.

 

“São Tomé e Príncipe lançou a iniciativa RESIslands para reforçar a avaliação dos riscos climáticos, a capacidade institucional e a preparação para o investimento climático, com ênfase na proteção das comunidades e dos serviços essenciais de que estas dependem”, lê-se num comunicado da UNECA enviado à Lusa, na semana seguinte ao projeto ser lançado na Guiné-Bissau.

Financiado pelo Fundo Verde para o Clima (GCF) e implementado pela (UNECA), o RESIslands é uma iniciativa com a duração de 30 meses que apoia nove membros da Comissão Climática dos Estados Insulares Africanos (AISCC), entre os quais estão os lusófonos Cabo Verde, Guiné Equatorial e Guiné-Bissau.

Em São Tomé e Príncipe, vai “apoiar as capacidades nacionais para avaliar riscos, reforçar a informação climática e preparar propostas de investimento alinhadas com as prioridades” deste país africano lusófono.

“A ambição é transformar as prioridades nacionais em ações e investimentos concretos, com benefícios duradouros para as pessoas”, afirmou o responsável pela gestão de programas da UNECA, Kjartan Fjeldsted.

Fjeldsted destacou os recursos naturais do país, incluindo o seu ambiente marinho, as florestas e a biodiversidade, bem como a importância de proteger os alicerces da agricultura, das pescas e do turismo sustentável. Reconheceu ainda a contribuição ativa de São Tomé e Príncipe para a cooperação regional através da AISCC.

Antigo PR sul-africano nega obstrução à investigação do ‘apartheid’

O antigo Presidente sul-africano Thabo Mbeki negou ter ordenado aos procuradores que arquivassem processos relacionados com crimes da era do “apartheid”, ou celebrado acordos secretos para proteger antigos agentes de segurança da justiça. Ele afirmou que as alegações são uma invenção total.

Lusa | 16:07 – 19/10/2026

logo_nacloset_285_285_4k_webp2
Privacidade

Este site usa cookies para que possamos oferecer a melhor experiência de usuário possível. As informações dos cookies são armazenadas em seu navegador e executam funções como reconhecê-lo quando você retorna ao nosso site e ajudar nossa equipe a entender quais seções do site você considera mais interessantes e úteis.