Orquestra Sinfónica do Porto e Pedro Abrunhosa juntos em concerto solidário

Orquestra Sinfónica do Porto e Pedro Abrunhosa juntos em concerto solidário

A Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música e o músico Pedro Abrunhosa juntam-se em palco, em julho, no Porto, num concerto solidário de apoio a duas instituições do distrito de Leiria, um dos mais afetados pela depressão Kristin.

© Global Imagens


26/06/2026
por

Lusa

De acordo com a Casa da Música, num comunicado hoje divulgado, o concerto solidário que junta a Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música, sob a direção do maestro Diogo Costa, e Pedro Abrunhosa, está marcado para 12 de julho na Sala Suggia daquele equipamento cultural.

 

A receita deste espetáculo “reverte integralmente a favor de duas instituições profundamente enraizadas nas comunidades afetadas” pela depressão Kristin: a Associação das Filarmónicas do Concelho de Leiria e o Sport Operário Marinhense.

A Associação das Filarmónicas do Concelho de Leiria representa as onze filarmónicas do concelho, “guardiãs de uma tradição musical viva e participada”.

Já o Sport Operário Marinhense, com 102 anos, “é uma referência cultural da Marinha Grande, através da sua Escola de Artes e Movimento e de um trabalho continuado nas áreas artística, formativa e comunitária”.

As duas instituições “sofreram danos significativos nas suas infraestruturas, e o apoio angariado contribuirá para a sua recuperação e para a continuidade da missão que as define”.

Os bilhetes para o concerto na Casa da Música, com valores entre os 25 e os 45 euros, já estão à venda.

Além disso, foi criado também um “bilhete simbólico”, também com valores entre os 25 e os 45 euros, para quem quer apoiar “mesmo sem estar presente”.

Dezanove pessoas morreram em Portugal na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, no início deste ano, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados. Mais de metade das mortes foram registadas em trabalhos de recuperação.

A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do temporal.

As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo foram as mais afetadas.

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