Primeiro-ministro condena “ato de violência inexplicável” na Polónia

Primeiro-ministro condena

O primeiro-ministro, Luís Montenegro, classificou como “ato de violência inexplicável” o ataque a tiro em Cracóvia, na Polónia, que resultou em pelo menos seis mortos e vários feridos, incluindo uma cidadã portuguesa.

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07/11/2026
por

Lusa

O primeiro-ministro, Luís Montenegro, classificou hoje como “um ato de violência inexplicável” o ataque a tiro em Cracóvia, na Polónia, que resultou em pelo menos seis mortos e vários feridos, incluindo uma cidadã portuguesa.

 

Numa publicação na rede social ‘X’, o chefe do executivo escreveu que “o ataque que vitimou mortalmente várias pessoas em Cracóvia e que fez inúmeros feridos, incluindo uma cidadã portuguesa, é um ato de uma violência inexplicável”.

“A Polónia é um país amigo e parceiro na construção de uma Europa com paz e prosperidade. Neste momento difícil expressamos toda a nossa solidariedade e apoio ao povo polaco”, acrescentou o primeiro-ministro na mesma publicação.

Pelo menos seis pessoas morreram e várias ficaram feridas no centro de Cracóvia, na Polónia, depois de um homem ter aberto fogo indiscriminadamente contra transeuntes, tendo sido neutralizado pela polícia.

O Ministério dos Negócios Estrangeiros revelou esta tarde que uma cidadã portuguesa está entre os feridos do ataque.

Em declarações à SIC Notícias, o secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Emídio Sousa, explicou que a mulher, de 74 anos, se encontrava em Cracóvia para visitar uma neta que se encontra na cidade ao abrigo do programa Erasmus e foi atingida por uma bala durante o tiroteio.

“A informação que nós temos é que já terá sido operada e que estará livre de perigo”, adiantou o governante, acrescentando que o embaixador de Portugal na Polónia já está a caminho de Cracóvia para obter mais informações.

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O suspeito do ataque a tiro que matou seis pessoas e feriu outras 15 em Cracóvia é fascinado por ideologias de extrema-direita e defendia posições muito radicais, segundo informações do Governo e das autoridades polacas.

Lusa | 21:22 – 07/11/2026

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