PSI estabilizado com NOS a cair 2,37% e BCP a subir 0,91%

PSI estabilizado com NOS a cair 2,37% e BCP a subir 0,91%

A bolsa de Lisboa estava hoje estabilizada, com os “papéis” da NOS a descerem 2,37% e os do BCP a subirem 0,91% para 1,11 euros.

© Shutterstock


21/10/2026
por

Lusa

A bolsa de Lisboa estava hoje estabilizada, com os ‘papéis’ da NOS a descerem 2,37% e os do BCP a subirem 0,91% para 1,11 euros.

 

Cerca das 09:45 em Lisboa, o PSI avançava 0,01% para 9.331,93 pontos, com oito empresas a descerem e oito a subirem a cotação.

Às ações da NOS seguiam-se as da Sonae e Semapa, que se desvalorizavam 1,16% para 2,13 euros e 0,41% para 19,54 euros, enquanto a Mota-Engil e a Teixeira Duarte cediam ambas 0,34% para 4,64 euros e para 0,44 euros.

Mais moderadamente, os CTT, Jerónimo Martins e Corticeira Amorim baixavam 0,18% para 5,50 euros, 0,16% para 18,38 euros e 0,15% para 6,80 euros.

Em sentido contrário, depois do BCP, a Galp, Ibersol e EDP Renováveis avançavam 0,85% para 22,51 euros, 0,57% para 10,50 euros e 0,42% para 12,00 euros.

A Altri e a REN subiam 0,35% para 4,34 euros e 0,28% para 3,56 euros.

As outras duas empresas que se valorizavam eram a EDP (0,23% para 4,71 euros) e a Navigator (0,13% para 3,07 euros).

Na Europa, as principais bolsas abriram hoje mistas, com o preço do petróleo Brent e os juros das dívidas soberanas novamente em alta, enquanto prestam atenção a possíveis negociações no Irão e às tensões em França.

O euro estava em baixa face ao dólar, mas acima de 1,12 dólares, e a desvalorizar-se 0,11% para 1,1224 dólares no mercado de câmbios de Frankfurt.

O primeiro-ministro francês, Sébastien Lecornu, reúne-se hoje com os sindicatos depois dos episódios de violência registados nas manifestações de sábado contra o aumento do custo de vida e de a Confederação Francesa Democrática do Trabalho (CFDT) ter reivindicado um aumento salarial de 100 euros mensais para todos os trabalhadores.

Entretanto, foi divulgado que a inflação homóloga do Reino Unido subiu para 3,5% em setembro, contra 3,1% em agosto, colocando-se assim no nível mais alto desde outubro de 2025.

Os juros da obrigação a 10 anos da Alemanha, considerada a mais segura da Europa, mantinham-se em 3,399%, enquanto os de França subiam, para 4,962%, contra 4,929%.

O prémio de risco de França, o diferencial dos juros a 10 anos em relação aos da Alemanha, continuava a subir, para 156,8 pontos base, um máximo dos últimos 15 anos e acima dos de Itália, Espanha, Grécia e Portugal.

No mesmo sentido, os juros da dívida dos Estados Unidos a 10 anos subiam, para 5,112%, contra 5,111% na véspera.

Por sua vez, o preço do petróleo Brent volta a registar novos aumentos apesar de nas últimas horas ter sido divulgado que o Catar e o Paquistão apresentaram uma proposta de mediação entre Washington e Teerão, que teria recebido o aval de ambos os governos para retomar as negociações com concessões mútuas.

O preço do contrato genérico de barril de Brent, de referência na Europa, avança 0,84% para 109,70 dólares.

O Governo do Reino Unido aprovou hoje o início da extração da importante jazida de gás Jackdaw, situada no Mar do Norte, que permitirá fornecer gás aos lares britânicos no final deste mês.

Os futuros dos índices norte-americanos registam uma estabilização do Dow Jones e um avanço de 0,75% para o tecnológico Nasdaq.

Na agenda do dia destaca-se também a apresentação de resultados empresariais.

logo_nacloset_285_285_4k_webp2
Privacidade

Este site usa cookies para que possamos oferecer a melhor experiência de usuário possível. As informações dos cookies são armazenadas em seu navegador e executam funções como reconhecê-lo quando você retorna ao nosso site e ajudar nossa equipe a entender quais seções do site você considera mais interessantes e úteis.