O Presidente norte-americano, Donald Trump, expressou hoje condolências ao primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, no terceiro aniversário dos ataques das milícias palestinianas lideradas pelo Hamas, assegurando que estas estão “a pagar um preço enorme pelo que fizeram”.
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07/10/2026
por
Lusa
Num encontro com a imprensa na Casa Branca, Trump revelou ter falado com Netanyahu a propósito do aniversário dos ataques de 07 de outubro de 2023, que fizeram mais de 1.200 mortos em território israelita e desencadearam a ofensiva militar na Faixa de Gaza.
Trump recordou o “dia horrível, a tragédia horrível” de há três anos e afirmou que “o outro lado” — o Hamas e outras milícias palestinianas — “está a pagar um preço enorme pelo que fez”.
O Presidente norte-americano, Donald Trump, é um aliado próximo do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, e ambos os países iniciaram uma guerra contra o Irão que dura há mais de sete meses.
Trump criou um Conselho de Paz para resolver os conflitos, começando pelo da Faixa de Gaza, onde o organismo está a trabalhar para aplicar um plano que inclui o desarmamento gradual do Hamas, a retirada das tropas israelitas, o envio de uma força internacional de estabilização e a reconstrução do enclave palestiniano.
Também hoje, nas redes sociais, o vice-presidente norte-americano, JD Vance, recordou “um dos piores atentados terroristas islâmicos” em décadas — e prestou homenagem às vítimas.
O secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, prometeu hoje que os Estados Unidos (EUA) não esquecerão “o ato de barbárie” de 07 de outubro de 2023 contra “um aliado”, Israel, reiterando o compromisso com “a defesa da civilização”.
Numa mensagem publicada na rede social X, Rubio recordou que hoje “se completam três anos desde que terroristas do Hamas torturaram, mutilaram e assassinaram 1.200 civis inocentes em Israel”, entre os quais havia “homens, mulheres e crianças, incluindo dezenas de norte-americanos”.
“Nunca esqueceremos este ato de barbárie contra um aliado e reafirmamos o nosso compromisso com a defesa da civilização”, escreveu o chefe da diplomacia norte-americana, durante uma visita oficial à Grécia e que na quinta-feira estará em Portugal.
Os ataques perpetrados pelo Hamas e por outras milícias aliadas em território israelita há três anos fizeram cerca de 1.200 mortos e 251 reféns.
A subsequente guerra israelita na Faixa de Gaza matou, até à data, mais de 74.200 palestinianos, segundo os dados mais recentes do Ministério da Saúde controlado pelo Hamas, que não distingue entre vítimas civis e combatentes do movimento.

