A indústria automóvel tem um ritmo cada vez mais acelerado, em especial divido aos fabricantes chineses com novidades no mercado a um ritmo avassalador. E a Nissan está consciente que tem de acompanhar.
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31/07/2026
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Notícias ao Minuto
O ritmo de desenvolvimento dos automóveis é cada vez mais rápido, muito por conta da aceleração imposta pelos fabricantes chineses e pelos seus ciclos curtos.
Os construtores mais tradicionais procuram adaptar-se, como é o caso da Renault que demorou menos de dois anos a pôr o Twingo E-Tech no mercado. Ou a Ford, que apresentou no ano passado a nova plataforma de carros elétricos nos Estados Unidos da América com vista a introduzir o primeiro modelo já em 2027.
Na Nissan, há a consciência de que o ritmo de novos produtos tem de ser acelerado. E é a própria existência futura que está em causa. Kazuyuki Yamaguchi, vice-presidente de desenvolvimento de produto. disse à Automotive News segundo o Motor1.com: “Precisamos de introduzir produtos atrativos no mercado mais rapidamente. Caso contrário, não iremos sobreviver. A mensagem é muito simples”.
O dirigente sabe que já não há “o luxo do tempo”, sendo necessário um processo de desenvolvimento eficiente.
O fabricante nipónico já tem medidas em prática: segundo o Nikkei Asia noticiou em junho, o novo Skyline deverá ficar concluído num espaço de 26 meses (pouco mais de dois anos), e não 55 como a versão anterior. O diretor-executivo, Ivan Espinosa, salientou na altura que a inteligência artificial e as ferramentas digitais são vitais para conseguir este acelerar do ritmo de desenvolvimento.
E sublinhou que os construtores da China estabelecem os novos padrões, incluindo no que toca ao tempo de desenvolvimento.

